As redes sociais fazem parte do mundo dos adolescentes e trazem coisas boas: ligação, criatividade, sentido de pertença. Mas também colocam diante dos seus olhos um desfile constante de vidas que parecem perfeitas. O problema raramente é o telemóvel em si — é a comparação silenciosa que vai acontecendo, muitas vezes sem darem por isso.
Quando um jovem compara o seu dia comum com os melhores momentos, editados e escolhidos, de centenas de outras pessoas, sai quase sempre a perder. Aos poucos, pode começar a sentir que não é suficiente.
Conversar sobre o que está por trás de uma imagem cuidadosamente preparada.
Combinar momentos do dia sem ecrãs, como as refeições em família.
Ajudar a seguir contas que inspiram, em vez de contas que fazem sentir-se mal.
Não se trata de proibir, mas de acompanhar com presença. Se notar que a comparação está a roubar a alegria do seu filho, podemos pensar juntos em estratégias suaves para reencontrar o equilíbrio.
