O escuro, os monstros debaixo da cama, os barulhos da casa. Para a criança, estes medos são muito reais, mesmo quando para nós parecem pequenos. Dizer não tens nada a temer raramente ajuda, porque o que ela mais precisa é de sentir que não está sozinha com o que a assusta.
O que costuma acalmar
Levar o medo a sério, sem gozar nem desvalorizar
Dar pequenos apoios: uma luz suave, a porta entreaberta, um objeto de conforto
Falar dos medos durante o dia, com tranquilidade
Manter uma rotina previsível que transmita segurança ao deitar
Com tempo e presença, a maioria dos medos noturnos vai-se suavizando à medida que a criança cresce e ganha confiança. Se sentir que o medo está a perturbar muito o descanso e o dia a dia, pode ser bom procurar apoio — e, se quiser, podemos conversar.
