Muitos pais sentem-se divididos entre serem firmes e serem afetuosos, como se tivessem de escolher um dos dois. Mas a disciplina com afeto mostra-nos que os limites e o carinho não se excluem: as crianças precisam de fronteiras claras tanto quanto precisam de se sentir amadas dentro delas.
Pôr limites sem magoar
Dizer o que não pode ser, com calma, e explicar o porquê em poucas palavras.
Acolher a emoção (a frustração, a birra) mesmo quando se mantém o limite.
Ser previsível: regras estáveis dão mais segurança do que ameaças.
Reparar e reaproximar-se depois de um momento mais tenso.
Limites ditos com respeito ensinam a criança a confiar — em si e nos adultos que cuidam dela. Não se trata de nunca falhar, mas de voltar sempre ao afeto. Se quiser repensar a forma como os limites acontecem em vossa casa, podemos conversar com toda a tranquilidade.
